A organização do III Congresso Internacional de Ciberjornalismo,
marcado para 06 e 07 de dezembro de 2012, na Faculdade de Letras da
Universidade do Porto, convida os investigadores interessados a remeter,
até 15 de Julho de 2012, propostas de comunicações a apresentar no Congresso.
Mais informações no site do Observatório do Ciberjornalismo.
11.5.12
2.12.11
Finalistas dos Prémios de Ciberjornalismo
Já são conhecidos os trabalhos finalistas dos Prémios de Ciberjornalismo 2011. A votação online está aberta, no site do Observatório do Ciberjornalismo, até ao próximo dia 7.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
ObCiber,
reportagem multimédia
3.10.11
Prémios de Ciberjornalismo, 4ª edição
O Observatório do Ciberjornalismo (ObCiber), da Universidade do Porto, abriu hoje o período de candidaturas à 4ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo. O prazo de submissão termina no dia 28 de Outubro.
Os pormenores podem ser lidos no site do ObCiber.
Os pormenores podem ser lidos no site do ObCiber.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
ObCiber,
universidade
15.9.11
Jornalistas de rádio e a Internet
Juntamente com os meus colegas Helena Lima, Nuno Moutinho e Isabel Reis, da Universidade do Porto, apresentei, na conferência "Radio Evolution", da European Communication Reasearch and Education Association (ECREA 2011, Braga, 14-16 de Setembro), o paper “Radio journalists and the Internet: A study on perceptions".
Este estudo procura avaliar a percepção que jornalistas portugueses de rádio têm sobre o impacto da Internet no jornalismo.
Este estudo procura avaliar a percepção que jornalistas portugueses de rádio têm sobre o impacto da Internet no jornalismo.
Radio journalists and the internet
View more presentations from bactoc.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
Internet,
jornalismo,
rádio
18.7.11
Os jornalistas e a Internet
Juntamente com os meus colegas Helena Lima, Nuno Moutinho e Isabel Reis, da Universidade do Porto, apresentei, na conferência da International Association for Media and Communication Research (IAMCR 2011, Istambul, 13-17 Julho), o paper "Print and radio journalists in Portugal: a comparative study on the influence of the Internet on journalism".
Este estudo procura avaliar e comparar a percepção que jornalistas portugueses de imprensa e de rádio têm sobre o impacto da Internet no jornalismo. Os resultados indicam que, quer os jornalistas de imprensa, quer os de rádio, tendem a encarar a Internet mais como uma ferramenta útil e prática no seu dia-a-dia e não tanto como um instrumento que reforce os papéis tradicionais do jornalismo e dos jornalistas, tais como vigiar os poderes instituídos, influenciar o debate público ou fornecer análise e interpretação sobre os factos.
Outras leituras:
The influence of the Internet on Portuguese press
Este estudo procura avaliar e comparar a percepção que jornalistas portugueses de imprensa e de rádio têm sobre o impacto da Internet no jornalismo. Os resultados indicam que, quer os jornalistas de imprensa, quer os de rádio, tendem a encarar a Internet mais como uma ferramenta útil e prática no seu dia-a-dia e não tanto como um instrumento que reforce os papéis tradicionais do jornalismo e dos jornalistas, tais como vigiar os poderes instituídos, influenciar o debate público ou fornecer análise e interpretação sobre os factos.
Outras leituras:
The influence of the Internet on Portuguese press
Etiquetas:
ciberjornalismo,
Internet,
investigação,
jornalismo
14.6.11
Ciberjornalistas em Portugal
Nesta obra defende-se a tese de que as práticas, os papéis e mesmo os questionamentos de ordem ética dos ciberjornalistas portugueses se encontram limitados devido a um enquadramento histórico, empresarial, profissional e formativo sobremaneira desfavorável.
No livro são apresentados os resultados de um inquérito a 67 ciberjornalistas portugueses que trabalham em média noticiosos portugueses principais: Correio da Manhã, Jornal de Notícias, Publico.pt, Diário Digital, Portugal Diário, Expresso, Visão Online, SIC Online, TSF Online, Rádio Renascença, RDP, RTP e TVI.
Os resultados mostram, entre outros aspectos, que os profissionais são sobretudo jovens, formados e sedentários. Ocupam-se predominantemente de texto, cultivam pouco fontes próprias, valorizam a instantaneidade e a credibilização das notícias e passam pouco tempo em contacto com as audiências.
Os resultados mostram, entre outros aspectos, que os profissionais são sobretudo jovens, formados e sedentários. Ocupam-se predominantemente de texto, cultivam pouco fontes próprias, valorizam a instantaneidade e a credibilização das notícias e passam pouco tempo em contacto com as audiências.
Ciberjornalistas em Portugal
Práticas, papéis e ética
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 240
Editor: Livros Horizonte
ISBN: 978-972-24-1702-0
Colecção: CIMJ/Media e Jornalismo
Livros anteriores:
Bastos, Helder. (2010). Origens e Evolução do Ciberjornalismo em Portugal: Os primeiros quinze anos (1995-2010). Porto: Edições Afrontamento.
Bastos, Helder. (2000). Jornalismo Electrónico: Internet e reconfiguração de práticas nas redacções. Coimbra: Minerva.
Livros anteriores:
Bastos, Helder. (2010). Origens e Evolução do Ciberjornalismo em Portugal: Os primeiros quinze anos (1995-2010). Porto: Edições Afrontamento.
Bastos, Helder. (2000). Jornalismo Electrónico: Internet e reconfiguração de práticas nas redacções. Coimbra: Minerva.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
investigação,
livros
29.3.11
16.3.11
Notícias e audiências
“Num mundo em que os consumidores decidem que notícias querem e como as querem receber, o futuro pertence àqueles que melhor conheçam a sua audiência e possam explorar esse conhecimento com publicidade.”
Tom Rosenstiel
Etiquetas:
citações,
jornalismo
25.2.11
UAM/El País: a formar jornalistas há 25 anos
Há 25 anos, o diário El País e a Universidade Autonoma de Madrid juntavam-se para criar uma Escola de Jornalismo, que já formou mais de mil jornalistas.
Um vídeo, disponível no Elpaís.com, recorda os primeiros anos de formação, tempos em que a máquina de escrever era rainha nas redacções, e assinala os desafios actuais do jornalismo multimédia e multiplataforma. Obrigatório para alunos de jornalismo.
Um vídeo, disponível no Elpaís.com, recorda os primeiros anos de formação, tempos em que a máquina de escrever era rainha nas redacções, e assinala os desafios actuais do jornalismo multimédia e multiplataforma. Obrigatório para alunos de jornalismo.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
ensino,
jornalismo,
universidade
23.2.11
Ciberjornalismo na "Jornalismo & Jornalistas"
No número acabado de sair da revista Jornalismo & Jornalistas (JJ), Luís Bonixe assina um trabalho notável sobre o II Congresso Internacional de Ciberjornalismo, que decorreu na Universidade do Porto, em Dezembro passado. O tema forte do congresso, recorde-se, foi os modelos de negócio no ciberjornalismo, nomeadamente em Po
rtugal. É também um dos temas de capa deste número da JJ.Mais há mais de ciberjornalismo nesta JJ: um trabalho de Sónia Santos Silva sobre a Web TV em Portugal.
A não perder também a entrevista a Carla Baptista e Fernando Correia sobre a história do jornalismo português, uma (importantíssima) história que «está por fazer».
A ler:
Jornalismo & Jornalistas, nº 45, Jan/Mar 2011 (em pdf)
Etiquetas:
ciberjornalismo,
história,
jornalismo
3.2.11
27.1.11
Notícias sobre "Origens e evolução do ciberjornalismo"
No blogue Indústrias Culturais, Rogério Santos escreve um post sobre o meu recente livro Origens e evolução do ciberjornalismo em Portugal: Os primeiros quinze anos (1995-2010).Outras leituras:
"Jornalismo é o grande perdedor do ciberespaço" (entrevista ao JN)
"É preciso ainda encontrar um modelo de negócio" (entrevista vídeo ao JN)
Ciberjornalismo ainda tem um longo caminho a fazer
Quinze anos de ciberjornalismo em Portugal dão origem a livro
Lançamento do livro “Origens e Evolução do Ciberjornalismo em Portugal”
Etiquetas:
ciberjornalismo,
história,
livros
14.1.11
Congresso de Ciberjornalismo na TVU.
"A edição 2010 do Congresso Internacional de Ciberjornalismo, evento organizado pelo Observatório do Ciberjornalismo (ObCiber), o Centro de Estudos das Tecnologias e Ciências da Comunicação (Cetac.Media) e o Centro para as Ciências da Comunicação (C2COM), abordou os temas "Modelos de Negócio para o jornalismo na Internet" e "Redes Sociais e Ciberjornalismo". Contou com o lançamento do livro "Origens e evolução do ciberjornalismo em Portugal: os primeiros quinze anos (1995-2010)", de Helder Bastos, e com a 3ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo.
Nota: a TVU. é um portal de televisão online da Universidade do Porto.
Nota: a TVU. é um portal de televisão online da Universidade do Porto.
Etiquetas:
ciberjornalismo,
universidade
30.12.10
"O que vamos ensinar aos nossos alunos?"
David Klattel, professor da Escola de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade de Columbia, escreveu um artigo indispensável sobre o futuro do ensino do jornalismo. O texto, intitulado "O que vamos ensinar aos nossos alunos?", pode ser lido no sítio do Observatório da Imprensa (Brasil).
Klattel levanta questões muito pertinentes e discorre sobre a relação, nem sempre fácil, entre as universidades e as escolas de jornalismo:
«Assim, se muitas universidades, especialmente fora dos Estados Unidos, desconfiam do ensino de jornalismo, e se jornalistas ativos, poucos dos quais passaram por uma escola de jornalismo, são abertamente hostis à ideia de jovens com educação universitária disputarem seus trabalhos, por que tantas escolas estão surgindo?»
Na resposta, Klattel defende que muitos cursos universitários erram o alvo, oferecendo programas que «possuem a palavra "jornalismo" em seus títulos, mas o que realmente estão oferecendo é um programa teórico de estudos de comunicação em massa, caracterizado por cursos relacionados à mídia como Retórica, História da Comunicação e Comunicação Pública, ou programas pré-profissionais em propaganda, relações públicas ou comunicação governamental (cada um desses é incidentemente um adversário do jornalismo no mundo real.»
No final, uma nota, acertada, sobre o futuro do ensino e o cruzamento do jornalismo com a democracia:
«O grande desafio é se as escolas de jornalismo conseguirão ganhar o respeito do público por produzirem uma geração de repórteres e editores que sejam mais bem preparados, mais reflexivos e mais adaptáveis do que seus antecessores. Se o público não compreender os benefícios tangíveis de informações de maior qualidade, se o produto final da educação de jornalismo for qualquer coisa que não uma democracia melhor, então nossos esforços terão sido em vão.»
A ler:
O que vamos ensinar aos nossos alunos?
Klattel levanta questões muito pertinentes e discorre sobre a relação, nem sempre fácil, entre as universidades e as escolas de jornalismo:
«Assim, se muitas universidades, especialmente fora dos Estados Unidos, desconfiam do ensino de jornalismo, e se jornalistas ativos, poucos dos quais passaram por uma escola de jornalismo, são abertamente hostis à ideia de jovens com educação universitária disputarem seus trabalhos, por que tantas escolas estão surgindo?»
Na resposta, Klattel defende que muitos cursos universitários erram o alvo, oferecendo programas que «possuem a palavra "jornalismo" em seus títulos, mas o que realmente estão oferecendo é um programa teórico de estudos de comunicação em massa, caracterizado por cursos relacionados à mídia como Retórica, História da Comunicação e Comunicação Pública, ou programas pré-profissionais em propaganda, relações públicas ou comunicação governamental (cada um desses é incidentemente um adversário do jornalismo no mundo real.»
No final, uma nota, acertada, sobre o futuro do ensino e o cruzamento do jornalismo com a democracia:
«O grande desafio é se as escolas de jornalismo conseguirão ganhar o respeito do público por produzirem uma geração de repórteres e editores que sejam mais bem preparados, mais reflexivos e mais adaptáveis do que seus antecessores. Se o público não compreender os benefícios tangíveis de informações de maior qualidade, se o produto final da educação de jornalismo for qualquer coisa que não uma democracia melhor, então nossos esforços terão sido em vão.»
A ler:
O que vamos ensinar aos nossos alunos?
Etiquetas:
ensino,
jornalismo,
universidade
Subscrever:
Mensagens (Atom)

